
Acerca de mim
- Adelaide Monteiro
- Sintra/Miranda do Douro, Portugal
- Gosto de pintar,de escrever e de fazer trabalhos manuais.Sou simples e verdadeira. Tenho que pôr paixão naquilo que faço, caso contrário fico com tédio. Ensinar, foi para mim uma paixão; escrever e pintar, continua a sê-lo. Sou sensível e sofro com as injustiças do Mundo. A minha primeira língua foi o Mirandês. Escrevo nessa língua no blog da minha aldeia Especiosa em, http://especiosameuamor.blogspot.com em Cachoneira de Letras de la Speciosa e no Froles mirandesas.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Acordes do meu Silêncio
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 03:48:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
Obra incluída numa colecção particular
A nossa Caminhada

Caminhámos
Em jardins floridos
Em beijos sentidos
Com promessas sem fim
De amores proibidos
Caminhámos...
Por avenidas
Com acácias flamejantes
Por veredas rochosas
Com espinhos penetrantes
…Mas caminhámos
E caminhámos depressa!...
Em jardins floridos
Em beijos sentidos
Com promessas sem fim
De amores proibidos
Caminhámos...
Por avenidas
Com acácias flamejantes
Por veredas rochosas
Com espinhos penetrantes
…Mas caminhámos
E caminhámos depressa!...
As tuas sementes
No meu ventre germinaram
E com gritos de dor
Dele brotaram
Rebentos de amor
Ao caminhar, corremos
E amámo-nos à pressa
Entre choros de crianças
E deveres por cumprir
Imensidões percorremos
Amámo-nos com paixão
Num compasso de gemidos
De corpos suados
De paixões escaldantes
Em prazeres merecidos
Caminhamos com a serenidade
Dos deveres cumpridos
E amamo-nos
Em corpos apetecidos
Tantas vezes doridos
Nesta longa caminhada
Voltaremos a meninos
Corpos entorpecidos
E em jogos imaginários
De pião e da apanhada
Com voz trémula
Te direi
Que quero ser
Tua namorada
Por jardins etéreos
De mãos dadas
Seguiremos…
A nossa Caminhada!...
Ao caminhar, corremos
E amámo-nos à pressa
Entre choros de crianças
E deveres por cumprir
Imensidões percorremos
Amámo-nos com paixão
Num compasso de gemidos
De corpos suados
De paixões escaldantes
Em prazeres merecidos
Caminhamos com a serenidade
Dos deveres cumpridos
E amamo-nos
Em corpos apetecidos
Tantas vezes doridos
Nesta longa caminhada
Voltaremos a meninos
Corpos entorpecidos
E em jogos imaginários
De pião e da apanhada
Com voz trémula
Te direi
Que quero ser
Tua namorada
Por jardins etéreos
De mãos dadas
Seguiremos…
A nossa Caminhada!...
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 02:46:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
10.01.2009
Censurados
"Nuvens de paixão"


Foram retirados de uma Exposição em Mirandela, em Agosto de 2005, pela Vereadora da Educação da Câmara de Mirandela, porque, segundo ela, seriam um atentado ao pudor.
Em seguida desmontei a exposição, por sentir que me tinham desrespeitado e tinham desrespeitado o meu trabalho.
"Sedução"
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 02:30:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 01:25:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 01:21:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
As tuas mãos
As tuas mãos são vidaÁsperas, gretadas, queimadas
Se tornaram macias
Para me ajudar a nascer
As tuas mãos são magia
Do nada fazendo tudo
Pondo na boca dos filhos
O pão que não têm, para comer
As tuas mãos são carícias
Mesmo que feitas à pressa
Porque depressa tu vives
Sempre, sempre a correr
As tuas mãos são poemas
Que declamas sem saber
Com sensibilidade e força
A força que te faz vencer
As tuas mãos são trabalho
Tanto, tanto e tão diverso
Que as tuas mãos não têm
Tempo para viver
As tuas mãos são tudo.
Nas tuas mãos está tudo, mulher!
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 12:38:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Mulher
Lavra
Semeia
Ceifa
Cria
Cansa-se...
Não se pode cansar
Lava
Cozinha
Limpa
Cria
Cansa-se...
Não pode parar
Deita-se
Dorme
Embala
Cria
Cansa-se...
Só quer descansar
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/10/2009 12:27:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Se...

Se a minha boca encontrasse a tua
Quando a desejo beijar
Se os meus braços encontrassem os teus
Quando os desejo abraçar
Se as minhas dores encontrassem as tuas
Quando as desejo sarar
Se o meu caminho encontrasse o teu
Quando vou a caminhar
Caminho a minha vida
Sedenta de beijos e abraços
Sou um barco sem guarida
Que quase em pedaços
Procura um porto
Para ancorar
Um porto,
Onde os lábios se encontrassem
Onde os braços se abraçassem
E as dores sarassem
Onde as almas se fundissem
E não parassem de se amar
Quando a desejo beijar
Se os meus braços encontrassem os teus
Quando os desejo abraçar
Se as minhas dores encontrassem as tuas
Quando as desejo sarar
Se o meu caminho encontrasse o teu
Quando vou a caminhar
Caminho a minha vida
Sedenta de beijos e abraços
Sou um barco sem guarida
Que quase em pedaços
Procura um porto
Para ancorar
Um porto,
Onde os lábios se encontrassem
Onde os braços se abraçassem
E as dores sarassem
Onde as almas se fundissem
E não parassem de se amar
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/09/2009 08:07:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Leva-me contigo
Leva-me contigoNas asas do vento
Na brisa do mar
Amante
Amigo
Leva-me contigo
Eu quero voar
Nas asas de um sonho
Liberta-me
Em nuvens de algodão
Aconchega-me
Com as tuas mãos
Acaricia-me
No teu corpo
Aquece-me
Com os teus beijos
Sufoca-me
Com os teus abraços
Aperta-me
E na cauda do cometa
Já noutras galáxias
Faz-me explodir
De paixão
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/09/2009 07:53:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Quisera ser
Poeta não sou
Arranco às minhas entranhas
As palavras que não saem
Que me fogem
Pintor não sou
Pinto telas imaginárias
Com paleta de cores
Que se esvaem
Quisera eu ser poeta
Quisera eu ser pintor
Escrever telas
Pintar poemas
Escrever o mundo
E pintá-lo, e escrevê-lo
Tanto, tanto…
Nós
A humanidade
Com mil cores!
Arranco às minhas entranhas
As palavras que não saem
Que me fogem
Pintor não sou
Pinto telas imaginárias
Com paleta de cores
Que se esvaem
Quisera eu ser poeta
Quisera eu ser pintor
Escrever telas
Pintar poemas
Escrever o mundo
E pintá-lo, e escrevê-lo
Tanto, tanto…
Nós
A humanidade
Com mil cores!
Publicada por
Adelaide Monteiro
à(s)
1/09/2009 07:34:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
pintura de Adelaide Monteiro
Subscrever:
Mensagens (Atom)




